sábado, 30 de abril de 2011

DA TERRA DE JOSÉ LINS


(AUTOCRÍTICA)

Da terra de José Lins
O que pode vir de lá
Mais do que doze romances?
- um bardo a me machucar.

Com versos que ninguém sabe
Aonde foi arrumar;
Que às vezes rima tão sério,
Às vezes não quer rimar!

Que às vezes até parece
Criança que nunca cresce
E só leva a vida a brincar.

Brincando com as palavras,
Tirando as penas das asas
Do pássaro que vai voar!
ANTONIO COSTTA

quarta-feira, 27 de abril de 2011

O POETA DA FÉ

Foi numa segunda-feira, 24 de abril de 1972, no Pilar de Zé Lins do Rego, que nasceu um menino... Antonio Costta, o “Juntador de Palavras”, o “Poeta da Fé”, filho do agricultor Severino Honorato da Silva e da dona de casa Maria José da Costa Silva, residentes no Sítio Chã de Areia, onde o poeta viveu toda sua infância e parte de sua juventude.

Desde cedo a sua vocação pela arte era visível nos traços de seus desenhos. Mas foi a poesia a sua grande paixão. Aos 16 anos começou a publicar seus primeiros poemas em jornais escolares e em periódicos locais, como A FOLHA de Itabaiana. Hoje a sua poesia é analisada por vários escritores do Brasil e do exterior, a exemplo do poeta Damião Cavalcanti, da Academia Paraibana de letras, e do escritor espanhol Vicente Martim, professor da Universidade de Madrid e diretor do Fórum Poesia Pura.

Antonio Costta é o autor da letra do Hino Oficial de Pilar e de quatro livros de poemas: Um Juntador de palavra (2003); Poesia Nordestina (2004); Coletânea Poética (2009) e Chuva de Poesias (2011).

Um divisor de águas em sua produção literária, que veio a influenciar fortemente sua poesia, foi sua conversão ao Evangelho, em 1993, na Igreja Evangélica Cristã de Pilar. Atualmente Antonio é membro da Assembléia de Deus (Missão) em Itabaiana-PB.

É casado com a itabaianense Ivoneide Altino Costa e pai de três filhos: Alana Dias da Costa, Letícia Pilar Altino Costa e Antonio da Costa Silva Júnior.

Fixou residência em Itabaiana desde janeiro de 2001, onde mantém uma escola de informática (a Soft World Informática) e também exerce o cargo de Secretário Adjunto da Cultura do Município.

O “Poeta da Fé e da Fértil Beleza”, como o denominou o acadêmico Rubenio Marcelo, continua sua trajetória: ajuntando palavras recheadas de sentimentos e publicando livros que nos fazem pensar no verdadeiro significado da vida, na soberania de Deus, e nas limitações do ser humano.

HINO OFICIAL DE PILAR- cantado por José Cosmo de Souza

HINO OFICIAL DE PILAR - cantado por Jordânia Borges