quinta-feira, 29 de novembro de 2012

ANTONIO COSTTA É ELEITO PRESIDENTE DA ANEP

Prefeito Antonio Carlos comparece à fundação da Associação dos Novos Escritores da Paraíba

 

O prefeito eleito de Itabaiana, Antonio Carlos Melo Júnior, esteve ontem na solenidade de fundação da Associação dos Novos Escritores da Paraíba, ocorrida na Câmara Municipal de Itabaiana. Na ocasião, Antonio Carlos garantiu que dará todo apoio à cultura local durante sua gestão.

A Associação aprovou os estatutos sociais e elegeu por aclamação sua primeira diretoria, tendo à frente o poeta Antonio Costta. Entre outras figuras da sociedade local, compareceram o escritor Efigênio Moura, o poeta Orlando Otávio, o músico Odinei, o historiador Israel Elídio de Carvalho Filho, a professora Celeste Fonseca, o poeta repentista Biu Salvino, a professora Geórgia, assessora do prefeito eleito, Luciano Marinho da Associação Memória Viva, o comunicador Ernane da Rádio Comunitária Rainha, cabo Jorge da Associação Afro, o vereador José Ubiratan, os repórteres Evanio Teixeira, de Pilar e Artur Forrozeiro do Tribuna do Vale, o vereador Pastor Ronaldo, Presidente da Câmara e seu assessor Beto Lucena, Clévia Paz, representando a Secretaria de Cultura do Estado, o poeta Agenor Otávio e o pastor Carlos Miranda.

Na tribuna, o vereador Ubiratan disse que não era escritor, mas teria satisfação em fazer parte da nova entidade que congrega os que se dedicam à literatura, fazendo menção a Fábio Mozart, presente à mesa, como um exemplo de dedicação pela cultura local, tendo merecido o título de “Cidadão itabaianense” indicado por ele, vereador. Citou ainda o jornalista Geraldo Almeida Aguiar como um grande divulgador da cultura local.

Clévia Paz lamentou que a prefeita atual, dona Dida Moreira, tenha se recusado a assinar o acordo federativo do Sistema Nacional de Cultura, mas espera que o futuro prefeito providencie a adesão do Município a este pacto que trará recursos do Ministério da Cultura para serem investidos na cidade.

O poeta Agenor Otávio recebeu os cumprimentos da mesa por estar aniversariando, e leu alguns poemas de sua autoria. O escritor e publicitário Efigênio Moura colocou-se à disposição da nova entidade, informando que a Universidade Estadual da Paraíba está abrindo espaço para novos autores paraibanos com selo editorial destinado a editar obras de escritores iniciantes.

Pedindo a palavra, o professor Israel Elídio de Carvalho Filho cumprimentou os estudantes de João Pessoa que estavam presentes em caravana especialmente vinda para prestigiar o evento, e lamentou que Itabaiana tenha sido abandonada no seu contexto cultural e histórico, lembrando a destruição do prédio onde funcionou o histórico Colégio São José da professora Marieta Medeiros, criticando os vereadores por não terem lutado contra esse “crime cultural”. Citou ainda nomes de itabaianenses que considera “heróis da pátria”, mas que na sua terra não têm recebido as homenagens merecidas, a exemplo do revolucionário guerrilheiro camponês Pedro Fazendeiro. “Botam nomes de bêbados e ladrões nas ruas, e esquecem de homenagear quem realmente merece ser lembrado”, disse Israelzinho. 

(Fábio Mozart)
 
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sexta-feira, 16 de novembro de 2012

CRIAÇÃO DA ANEP - PARA TODOS OS NOVOS ESCRITORES DA PARAÍBA

 

 

 

 




 

MENSAGEM DO POETA DAMIÃO CAVALCANTI PARA A ANEP


MENSAGEM DO CINEASTASTA E DOCUMENTARISTA VLADIMIR CARVALHO PARA A ANEP - RECEBIDA EM 16/11/2012.

 

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

POETA FUNDA ASSOCIAÇÃO DE NOVOS ESCRITORES DA PARAÍBA

O poeta Antonio Costta, pilarense radicado em Itabaiana, pretende fundar a ANEP - Associação dos Novos Escritores da Paraíba, com sede na terra natal de Zé da Luz. A entidade terá como principais objetivos reunir, incentivar e divulgar a produção literária de todos os seus membros associados, promovendo a descoberta de novos valores ligados à prosa e poesia; pesquisar e difundir a literatura em todo Estado da Paraíba; estimular a realização de congressos, seminários, concursos, festividades, intercâmbios culturais, cursos e palestras, promovendo o patrimônio cultural e levar a literatura da Paraíba às escolas estaduais, municipais e particulares, além de conceder prêmios e honrarias. A data da reunião da fundação ainda não foi marcada, o que ocorrerá brevemente, segundo Costta, que vem mantendo contato com escritores paraibanos para fazer parte da Associação, “um grande sonho que será concretizado”. “Paraíba é um Estado com tantos escritores que cabe a criação de uma associação”, justifica Antonio Costta, que é o atual Subsecretário de Cultura de Itabaiana. Ele acredita que a associação será importante para conquistar espaços para os escritores, na exposição e divulgação das suas obras. 
Fonte: Jornal Tribuna do Vale.

terça-feira, 23 de outubro de 2012

POETA PILARENSE DAMIÃO CAVALCANTI É O NOVO PRESIDENTE DA ACADEMIA PARAIBANA DE LETRAS

FONTE: http://jornalauniao.blogspot.com.br/2012_10_20_archive.html

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

COM SIMPLICIDADE


sábado, 20 de outubro de 2012

DIA DO POETA

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

PILAR - 254 ANOS DE EMANCIPAÇÃO POLÍTICA

 

O povoamento do atual Município foi iniciado em fins do século XVII, encontrando ali os holandeses, em 1630, fazendas de criação de gado. Em 1670, Jesuítas, acompanhados pelos índios Cariris, fundaram um colégio. Em torno do mesmo, formou-se o povoado, cuja população era constituída principalmente de garimpeiros, que para ali se deslocavam em busca do ouro existente.
 
Em 1758, o Governo da Metrópole, sentindo a falta de braços para a lavoura,determinou a suspensão da indústria aurífera, transformando-se, então, a cana-de-açúcar, na principal atividade econômica.

Nos movimentos políticos de 1817 e 1824, participaram de maneira efetiva Arruda Câmara e o padre Antônio Pereira de Albuquerque. A indústria açucareira trouxe grande prestígio para Pilar em virtude dos muitos engenhos distribuídos em seu território.
Da região.

A produção de açucareira trouxe grande prestígio para Pilar, em virtude dos inúmeros engenhos distribuídos pelas várzeas e baixios do território, tanto que, em 1859, teve a honra de receber a visita do Imperador D. Pedro II, hospedado no solar do Barão de Maraú, onde recebeu grandes homenagens.

LEIA MAIS SOBRE A HISTÓRIA DE PILAR ACESSANDO: 

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

POETA DAMIÃO CAVALCANTI SERÁ O NOVO PRESIDENTE DA APL




A terra do romancista José Lins do Rego sente-se honradíssima com a notícia de que o poeta pilarense DAMIÃO RAMOS CAVALCANTI será o novo presidente da ACADAMIA PARAIBANA DE LETRAS.

Com a inscrição de chapa única, a APL terá para o próximo biênio nova diretoria sob a presidência de DAMIÃO RAMOS CAVALCANTI.

A chapa da futura diretoria incluiu, como titulares, HILDEBERTO BARBOSA FILHO, ASTENIO  FERNANDES,  ÂNGELA DE CASTRO e MARIA SANTIAGO.

Damião Ramos Cavalcanti nasceu em Pilar (PB), em 24 de abril de 1949. É formado em Filosofia e Direito e tem mestrado em Filosofia pela PUG (Roma) e Sociologia da Educação pela Sorbone (Paris). Professor aposentado da UFPB, também já ensinou no Unipê e na UEPB. Como gestor público, dirigiu a Funesc: Fundação Espaço Cultural José Lins do Rego e foi também diretor do Iphaep. Damião Ramos Cavalcanti é escritor e, desde 2007, é imortal da Academia Paraibana de Letras, onde ocupa a cadeira 33, que tem como patrono Castro Pinto. Também é membro da Academia Paraibana de Cinema - APC; Ordem de Advogados do Brasil - OAB; e Academia Paraibana de Filosofia - APF e da Associação Paraibana de Imprensa, onde foi eleito Diretor de Cultura, na gestão da Presidente Marcela Sitonio. Ele tem dezenas de artigos, críticas e poemas publicados em livros, revistas e jornais. Sua obra mais conhecida é "Ausência do Tempo".

Composição da nova  Presidência, Diretoria e Conselho Fiscal da APL: 

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

ANTIGA CASA DE CÂMARA E CADEIA DE PILAR-PB

Construída durante o Brasil Império, a antiga Casa de Câmara e Cadeia, é um dos trinta e oito monumentos únicos desse gênero no Brasil e o único da Paraíba. Este prédio recebeu a visita do Imperador D. Pedro II em l859, concedendo o beija-mão à sociedade paraibana. A velha Casa de Câmara e Cadeia , como era típico da organização portuguesa de vilas e cidades, exercia jurisdição sobre caminhos, chafarizes, pontes, taxava mercadorias, policiava, punia e legislava. Sua edificação, por mestres em fortalezas, limita uma extremidade da rua principal, ficando a outra extremidade limitada pela igreja, equilibrando-se pesos de ordem plástica e psicológica, segundo características de argumento ainda do sistema colonial. Atualmente, pertence à Fundação Menino de Engenho; funciona neste monumento histórico, a Biblioteca 03 de junho, em homenagem ao nascimento do Escritor José Lins do Rego, e uma sala de reunião no primeiro andar.

(Texto do professor Lucimário Augusto)

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

CANTEMOS A NOSSA TERRA - VIDEO COM O HINO OFICIAL DE PILAR

http://youtu.be/eXURMHKnbyshttp://youtu.be/eXURMHK

terça-feira, 17 de julho de 2012

Minha Terra Natal

sábado, 14 de julho de 2012

SIMPLESMENTE RONALDO



          Ronaldo ou poeta, assim era chamado por familiares, amigos e populares. Nem os seus secretários domésticos o chamavam doutor Ronaldo. Magnânimo, não avocava distinção, fosse como prefeito, governador ou senador. A ele bastava o nome de batismo ou o título de poeta. Homem especial, esteve além de meras denominações honoríficas, permanentes ou transitórias, geralmente imprescindíveis ao homem comum.
          Carismático, intelectual e boêmio, foi poeta por talento e político por vocação. Amante da poesia, cultuou Augusto dos Anjos com humildade, sem se vangloriar do seu saber. Os brasileiros o viram insuperável no conhecimento e na memorização de toda a obra do notável  poeta paraibano.
          Sábio, relevava a ausência das nobres virtudes. Leal e grato, convivia com naturalidade, mesmo com aqueles que lhe fossem ingratos e desleais. Afetuoso e terno, soube pedir perdão e perdoar. Por isso, amou, foi amado e permanece em cândido sonho. Assim, poeta, o devaneio nos acode na saudade! 
Astenio Fernandes
Médico oftalmologista
Membro da Academia Paraibana de Letras

quinta-feira, 12 de julho de 2012

E AGORA JOSÉ LINS DO REGO?

(Parodiando Drummond)

E agora José?
Cadê teu sorriso?
Cadê o teu jeito
De grande menino
Querendo brincar?


E agora José?
Cadê teu avô
Que não vem te buscar?
Cadê tuas tias
Do velho Pilar?

E agora José?
Sem Zefa Cajá,
Sem a velha Totônha
A noite é medonha;
Quem irá te alegrar?
 
O tempo passou,
O menino cresceu,
E ninguém percebeu
Que o mundo é engano
E que o passado ficou
Em completo abandono!

E agora José?
Cadê Papa-Rabo?
Cadê o moleque,
O menino Ricardo,
Que foi pra Recife
Pra nunca mais voltar!

E agora José?
Cadê teu engenho?
Cadê teu avô?
Teu palco de amor,
Cadê, onde está?
Quem destruiu
O Engenho Corredor?

“E agora José,
José, para onde?”
A noite está alta
E sentimos tão forte
A tua falta.

E agora José,
Aonde te escondes?
Nas páginas de um livro
Que gosto de ler
Sinto-me feliz;
Pois lá encontramos
Mais vivo que nunca!
O nosso ZÉ LINS.
_________________
ANTONIO COSTTA

domingo, 8 de julho de 2012

ADEUS... POETA RONALDO CUNHA LIMA.


sábado, 7 de julho de 2012

HOMENAGEM AO POETA RONALDO CUNHA LIMA


A PARTIDA DO POETA

 
Como senti poeta a sua partida!
Uma dor tremenda invadiu meu peito;
mesmo sabendo que rondava o leito,
a morte - quimera mor desta vida!

Como senti poeta a despedida

que deixou-nos todos quase sem jeito,
num voo de pássaro, veloz, perfeito...
partiu o gran poeta da Paraíba!...

O que nos consola é seu estandarte,
o legado eterno que foi sua arte,
seguindo viva, por ser obra prima...

Foi-se o poeta no clarão do dia
deixando aqui enorme nostalgia...
Adeus, adeus Ronaldo Cunha Lima!

Antonio Costta


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ADEUS, POETA!


segunda-feira, 18 de junho de 2012

PALAVRAS À LIRA DE ANTONIO COSTTA




 
PALAVRAS À LIRA DE ANTONIO
(Texto de apresentação do livro “Lira dos Quarenta Anos”)

Pilar, terra de José Lins do Rego, romancista que ao lado de José Américo de Almeida e Augusto dos Anjos completa a conhecida trilogia sagrada da literatura paraibana. Inscritos na literatura nacional, Augusto, singular poeta brasileiro, José Américo abridor da literatura regional e José Lins festejado continuador do regionalismo. Portanto, se é privilégio pisar neste solo histórico, é ousadia e glória falar ante um chão tão nobre. Fui, entretanto, convidado. Devo fazê-lo.
Na fé católica, a imagem do Cristo (Deus-homem) foi registrada no misterioso véu que colheu o suor do seu rosto e acolheu a sua vida: o Santo Sudário. Assim, imitando Jesus, percorremos um caminho secretando suores que são recolhidos nos mantos das nossas vidas. Nelas, onde transitam circunstantes. Familiares, amigos e estranhos. Enfim, todas as criaturas que conosco coabitam espaço de lídimo enredo.
Dez, vinte, trinta, quarenta anos de caminhada, apresenta-nos hoje o poeta Antonio Costta. E nesta lida inscreve a sua poesia no seu sudário. Antonio pertence ao gênero daqueles que vaticinam caminhos, os poetas. Aqueles que se comovem e, comovidos, exaltam a sua comoção. O texto que ora tenho a honra de louvar registra as suas experiências. As que acometeram o seu espírito de poeta e pulsam em linguagem nuclear. Em expressão além do mero discurso linear, língua dos espíritos, poesia.
Nessa língua é que desejo homenagear Antonio, permitindo-me traduzir sentimentos. Acreditando que a sua alma, receptáculo de lembranças, sangrou em versos. E a saudade acolheu o líquido rubro. E reminiscências, uma após outra, como um bando de pássaros, rasgaram os céus de um tempo apaixonado e condoído. E pousaram em valhacouto, ao abrigo.
Assim, senhoras e senhores, eu busco sintetizar a “Lira dos quarenta anos” de Antonio Costta, companheiro no fórum poético internacional “Poesia Pura”. Fórum onde se encontram ainda, entre tantos outros, Odir Milanez, Fernando Cunha Lima e Damião Cavalcanti, diretor do espaço em língua portuguesa e que, a exemplo de Antonio, é filho ilustre desta terra.
Pilar pertence à pequenina Paraíba. Estado que se eleva em seus talentos. Sendo mãe de Augusto dos Anjos teve a poética acima dos movimentos literários vigentes, antecipando-se no início do século XX à poesia moderna. O autor do Eu, com um discurso real e inovador com força vocabular científica e coloquial, nasceu e habitou estas cercanias, e disse de sua natureza. Lembrando o corrupião, sofreu com o pássaro preto e vermelho que se faz preto e amarelo enjaulado na gaiola.
Se Augusto, poeta universal, inscreveu o pássaro sem liberdade, o escaveirado corrupião idiota, Antonio, vizinho de Augusto, vivenciando a mesma natureza, registrou o passarinho aprisionado que canta um choro de solidão.
A poesia, inefável, contém beleza infinita e será sempre eterna, imprescindível aos homens de todos os logos, de todos os tempos. Poesia esse ente estranho. Popular ou erudita, maior ou menor, imponderável. Por assim ser, é sempre louvada.
Mas, para que serve a poesia? Ferreira Gullar nos responde: “A poesia é uma colocação diante da realidade (...) porque a única coisa que a poesia faz é comover. A poesia não cura dor de dente, não resolve problema econômico, não desintegra o átomo (...) afinal, a realidade do mundo é insuportável. Por isso se faz poesia, se faz arte, se faz música”.
Com igual sentimento, aqui viemos apresentar este livro. Celebrar com todos vocês a poesia de Antonio Costta, repertório dos seus quarenta anos. Com ele o poeta quis nos emocionar. Por isso, repito, com declarada insuficiência busquei traduzir sentimentos, sangria da carne, comoção. A emoção do poeta que nos comove!

ASTENIO CESAR FERNANDES
(Da Academia Paraibana de Letras)

HINO OFICIAL DE PILAR

Devemos valorizar nossos artistas enquanto estão vivos

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